◇ REGIÃO DE ATUAÇÃO · LITORAL DE SANTA CATARINA

O eixo catarinense não é tendência. É deslocamento estrutural.

Por convicção e por geografia, a Cubby concentra sua atuação no litoral de Santa Catarina — região que, nos últimos sete anos, deixou de ser referência sazonal de verão para se firmar como o mercado imobiliário institucional mais valorizado do Brasil. Esta página explica por quê.

Litoral de Santa Catarina · vista aérea

◇ A REGIÃO EM REGISTROS OFICIAIS

Cinco indicadores que reposicionaram Santa Catarina.

1. CRESCIMENTO DO PIB

5,3%

em 2024

Segundo maior crescimento estadual em dez anos, contra 3,4% da média nacional.

2. PIB PER CAPITA

do Brasil

R$ 61.274,4 — quase 25% acima da média nacional, segundo Seplan/IBGE.

3. SALDO MIGRATÓRIO

+354 mil

habitantes

Maior ganho líquido por migração interna do país entre 2017 e 2022 (Censo IBGE).

4. VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA

4 de 5

no Top SC

Quatro das cinco cidades mais valorizadas do Brasil estão em Santa Catarina (FipeZAP).

5. TURISMO INTERNACIONAL

no Brasil

Florianópolis é o destino brasileiro mais buscado no exterior para o verão 2025, e o 4º no mundo.

Fontes oficiais. Seplan-SC · IBGE · Censo 2022 · FipeZAP · ADEMI-SC · Booking.com. Dados públicos referentes a 2024 e 2025.

LEITURA QUANTITATIVA · MACRO

O descolamento de Santa Catarina em duas séries.

Capital institucional não migra para narrativa: migra para descolamento estatístico. Quando uma economia subnacional cresce de forma sistemática acima da nacional, e quando a demografia confirma o movimento, a região passa de ciclo conjuntural para tese estrutural. Santa Catarina passou esse limiar.

PIB anual — Santa Catarina vs. Brasil
Saldo migratório por estado — MMXVII–2022

◇ TESE GEOGRÁFICA

Quatro razões para concentrar capital aqui.

1.

Demografia que migra para cá, não que passa por aqui.

Entre 2017 e 2022, Santa Catarina recebeu 503 mil novos habitantes vindos de outros estados e perdeu 149 mil — um saldo líquido de 354 mil pessoas, o maior do país em números absolutos e em proporção (+4,66%). A origem majoritária é Rio Grande do Sul (26,8%), Paraná (19,1%) e São Paulo (12,4%), com Pará (8,9%) aparecendo como quarta origem — um sinal de que o fluxo deixou de ser apenas regional. Esse contingente migrante tem renda média acima da média catarinense e demanda residência, não veraneio.

2.

Economia diversificada, não dependente de uma commodity.

A indústria de transformação catarinense cresceu 7,7% em 2024 — o terceiro maior crescimento industrial do Brasil — sobre uma base composta por máquinas e equipamentos, têxteis, alimentos e bebidas. Florianópolis, paralelamente, consolidou-se como polo tecnológico, com cerca de 25% do PIB municipal vindo do setor de tecnologia. O resultado: uma economia que não depende de um único motor e que sustenta demanda imobiliária mesmo em ciclos macro adversos.

3.

Turismo internacional, não apenas argentino.

Florianópolis figurou em 2025 como o destino brasileiro mais buscado por estrangeiros para o verão e o quarto do mundo na lista da Booking.com, à frente de Nova York, Barcelona e Roma. As atividades turísticas no estado cresceram 9% em 2024, quase o triplo da média brasileira. O turista de luxo argentino e europeu, antes hóspede sazonal, hoje compra imóvel — e a presença estrangeira no litoral catarinense pressionou para cima a faixa premium do mercado.

4.

Oferta restrita por geografia, regulação e topografia.

Litoral é estoque finito. Em municípios como Bombinhas, Balneário Camboriú e nas Interpraias, a combinação entre área de preservação, gabaritos limitados e ocupação consolidada cria escassez estrutural de terreno habitável. Em Florianópolis, restrições ambientais (APAs, áreas de manguezal, encostas) reduzem o solo desenvolvível a uma fração da área insular. Onde a demanda cresce e a oferta não acompanha, o preço se descola da inflação — e segue o capital qualificado.

EIXOS DE ATUAÇÃO

Cinco microrregiões. Uma curadoria.

A Cubby não opera Santa Catarina em bloco. Cada microrregião do litoral tem dinâmica própria de oferta, comprador-alvo, tese de produto e janela de absorção. A mesa de originação trabalha com cinco eixos.

1. GRANDE FLORIANÓPOLIS

Capital e Norte da Ilha

Florianópolis ocupa a 4ª posição no ranking nacional de m² mais caro (R$ 13.106/m², FipeZAP), impulsionada por Jurerê, Cacupé, Lagoa, Beira-Mar Norte. Polo de tecnologia, demanda residencial qualificada permanente.

Perfil · alto padrão urbano · renda recorrente

2. BALNEÁRIO CAMBORIÚ

Vertical e ultra-premium

Cidade com o m² mais valorizado do Brasil por três anos consecutivos. Ocupação consolidada, gabaritos elevados, Interpraias com normas ambientais rígidas que tornam novos lançamentos cada vez mais escassos e caros.

Perfil · vertical premium · ticket alto

3. ITAPEMA · PORTO BELO

Curva de absorção acelerada

Itapema liderou o VGV nacional em 2025 (~R$ 4,1 bi) e Porto Belo ocupou a segunda posição (~R$ 3,8 bi). Mercados que combinam ticket ainda inferior ao de Balneário com velocidade de venda acima da média do litoral.

Perfil · valorização recente · janela curta

4. ITAJAÍ · SÃO FRANCISCO DO SUL

Eixo portuário

Apoiado pelo maior porto do Sul do Brasil, Itajaí concentra movimento logístico, indústria e renda de classe alta vinculada ao agronegócio e ao comércio exterior. Demanda imobiliária estável, ciclo menos sazonal.

Perfil · renda industrial · ciclo estável

5. BOMBINHAS · INTERPRAIAS

Escassez por preservação

Áreas com legislação ambiental rígida, ocupação limitada e demanda concentrada em produto de baixa densidade — boutique residences, condomínios horizontais. Onde a oferta é estruturalmente travada, o preço sustenta-se acima do ciclo.

Perfil · boutique · oferta finita

LEITURA QUANTITATIVA · IMOBILIÁRIO

O litoral catarinense nos índices oficiais.

Quatro cidades catarinenses ocupam, simultaneamente, posições entre as cinco mais valorizadas do Brasil — fenômeno inédito em qualquer série do Índice FipeZAP. Não é uma cidade que destoa: é um eixo regional inteiro que precifica fora da curva nacional.

Ranking nacional · preço médio do m²
Valorização acumulada — eixo SC vs. média Brasil

FILOSOFIA REGIONAL

A Cubby opera de dentro.

Estar sediado em Florianópolis não é endereço de marketing. É o que separa quem lê o mercado catarinense de fora — pelas manchetes e pelos ciclos — de quem o conhece pela mesa de notário, pela prefeitura, pelo arquiteto, pelo terreno. A Cubby pertence ao segundo grupo.

1.

Originação na fonte

Sete anos de relacionamento com proprietários, incorporadores e prefeituras locais. Operações apresentadas antes do ciclo de mercado — não depois.

2.

Conhecimento do plano diretor

Cada município litorâneo tem zoneamento, gabarito e regras de outorga distintos. A leitura técnica regional precede a financeira em qualquer operação.

3.

Disciplina de saída

Onde a valorização é forte, a tentação de prolongar a posição é maior. A Cubby trabalha com janelas de liquidez contratadas e não negocia o ciclo após a entrega.

4.

Diversificação dentro do eixo

Concentrar capital em uma região não significa concentrar risco em um produto. O portfólio distribui entre eixo urbano, vertical premium, boutique e logística.

A CUBBY NO TERRITÓRIO

Inteligência territorial proprietária.

Conhecer um mercado não é ler relatórios sobre ele. É ter sentado, ao longo de uma década, com prefeituras, cartórios, arquitetos, construtoras e proprietários originais — e ter o histórico, em mesa, que permite distinguir um ativo precificado pelo ciclo de um ativo precificado pela escassez. A Cubby construiu essa profundidade como infraestrutura — não como marketing.

7

Anos no eixo

VGV institucional acompanhado pela casa no litoral SC

26

Operações encerradas

Microrregiões com inteligência territorial proprietária

R$ 800Mi

Capital movimentado

Valorização média FipeZAP Florianópolis (12m)

~20% a.a.

TIR média histórica

Maior PIB per capita entre estados do Brasil — SC

O que sustenta essa profundidade.

Quatro camadas de capital intelectual e relacional acumuladas no território — não replicáveis em escala curta.

1. CARTORIAL

Histórico de matrículas e zoneamento

Base proprietária com mais de mil matrículas examinadas em SC — leitura de cadeia dominial, restrições ambientais (APPs, APAs), e janelas de zoneamento por município.

2. NOTARIAL E MUNICIPAL

Relação direta com prefeituras

Acesso institucional às secretarias de planejamento de Florianópolis, Itapema, Balneário, Porto Belo e Bombinhas — leitura antecipada de revisões de plano diretor, outorgas onerosas e alvarás.

3. CONSTRUTIVA

Rede de incorporadoras e arquitetos

Histórico de colaboração com escritórios locais e incorporadoras de capital fechado — pipeline contínuo de oportunidades fora de leilão, em estágios pré-mercado.

4. PROPRIETÁRIA

Famílias originárias e contrapartes

Relação intergeracional com proprietários de terras-mãe no litoral — acesso a transações fora do mercado público, com formação de preço por confiança, não por ranking.

“No litoral catarinense, capital é abundante, mas leitura é escassa. O preço médio diz o que aconteceu. A profundidade territorial diz o que ainda não foi precificado.”

CARTA DO FUNDADOR · CUBBY REAL ESTATE

◇ AVISO INSTITUCIONAL

As informações apresentadas têm caráter exclusivamente analítico e contextual. Dados macroeconômicos, demográficos e de mercado são extraídos de fontes públicas (IBGE, Seplan-SC, FipeZAP, ADEMI-SC) e referem-se aos períodos indicados. Os comentários sobre microrregiões refletem leitura proprietária da Cubby e não constituem oferta de investimento, recomendação ou garantia de retorno. Cada operação é estruturada e precificada individualmente. Material destinado exclusivamente a investidor qualificado nos termos da Resolução CVM 30/2021, art. 12.

◇ PRÓXIMO PASSO

Conhecer o portfólio da região.

Apresente seu interesse à mesa. Retornaremos com material institucional reservado sobre as operações ativas no litoral catarinense e agenda de reunião privada.